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Início » Faraó dos Bitcoins é condenado a 19 anos de prisão por chefiar organização criminosa e terá que voltar a presídio federal
Brasil

Faraó dos Bitcoins é condenado a 19 anos de prisão por chefiar organização criminosa e terá que voltar a presídio federal

Redação Manchete
Última atualização: 08/10/2025 05:34
Por Redação Manchete 6 Min de Leitura
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A Justiça do Rio condenou Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como o Faraó dos Bitcoins, a 19 anos e 2 meses de prisão pelos crimes de organização criminosa e corrupção ativa.

Já Daniel Aleixo Guimarães, o Dany Boy, apontado como braço-direito de Glaidson, foi condenado a 16 anos e 4 meses pelos mesmos crimes.

As condenações foram no processo decorrente da Operação Novo Egito, realizada em dezembro de 2022 pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio.

A sentença do juiz Nilson Luis Lacerda, da 1ª Vara Especializada em Organizações Criminosas do Tribunal de Justiça do Rio, foi publicada no dia 2 de outubro. Na sentença, o juiz determinou que Glaidson seja reenviado a um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio.

Glaidson, que estava na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, foi transferido de volta para Rio no fim de setembro por ordem da Justiça Federal.

Isso porque o juízo da 3ª Vara Criminal Federal do Rio determinou que ele participe presencialmente de uma série de audiências, previstas para essa semana. No Rio, Glaidson está preso no presídio de segurança máxima Bangu 1, no Complexo de Gericinó, zona oeste da cidade.

Investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) estima que o esquema da GAS tenha movimentado R$ 38 bilhões em uma pirâmide financeira e lesado centenas de investidores de criptomoedas.

Organização criminosa

Neste processo na Justiça estadual, Glaidson foi acusado de chefiar uma organização criminosa, vinculada às atividades da empresa GAS Consultoria e Tecnologia, que atuava na Região dos Lagos para cometer crimes violentos, além de delitos de corrupção e ameaças. A GAS prometia lucros de 10% ao mês para as pessoas que investiam o dinheiro com eles.

Segundo a investigação do Gaeco, com o surgimento de empresas concorrentes no segmento de investimentos em criptoativos na Região dos Lagos que ofereciam retornos financeiros superiores aos da GAS, Glaidson, temendo a perda de investidores, determinou a criação de um grupo armado para assassinar desafetos que pudessem criar quaisquer obstáculos aos seus negócios, o que incluía concorrentes diretos, influenciadores digitais e até mesmo jornalistas.

De acordo com a denúncia, Glaidson prometia altas quantias em dinheiro para planejamento e execução dos crimes. Para isso, ele usava empresas de fachada, inclusive em nome de terceiros, para movimentar os valores e utilizá-los como pagamento para seguranças, pistoleiros, locação de imóveis utilizados para espionagem e monitoramento de vítimas, compra de veículos e contratação de detetives particulares.

Já Daniel estaria no segundo escalão da organização criminosa e, segundo o MP, junto com outros três acusados, estavam subordinados apenas a Glaidson e eram responsáveis por organizar as ações criminosas, como a contratação de pistoleiros e detetives, a compra de armas e o aluguel de carros.

“O caráter empresarial da organização sob sua liderança fica patente na motivação dos crimes: todos os alvos, sem exceção, eram concorrentes de sua empresa, a “GAS Consultoria”. Glaidson utilizava a estrutura criminosa como um braço armado para garantir sua hegemonia de mercado, tratando a vida humana como um mero obstáculo a ser removido. Conforme amplamente demonstrado nos autos, as suas ordens para eliminar os seus concorrentes, bem como sua intenção de contratar uma equipe de ‘dez cabeças’ para fazer uma ‘limpeza em Cabo Frio’, revelam a transformação da organização em um verdadeiro grupo de extermínio a seu serviço”, destacou o juiz Nilson Lacerda, na sentença.

Corrupção ativa

A denúncia diz ainda que, em 2021, a organização criminosa chefiada por Glaidson pagou R$ 150 mil de propina a policiais da Delegacia de Defraudações para realizarem uma operação numa empresa concorrente da GAS, tendo Daniel atuado como intermediário direto junto aos agentes da Polícia Civil. A finalidade da operação era fabricar uma investigação para manchar a reputação da empresa concorrente, consolidando o domínio de mercado da GAS.

“As provas telemáticas demonstram que Glaidson não apenas consentiu com o plano, mas o ordenou, emitindo diretrizes claras a Daniel Aleixo para que este operacionalizasse o contato e a negociação com os policiais civis. Ele definiu o escopo da ‘operação’ a ser comprada, incluindo a exigência de cobertura midiática para maximizar os danos reputacionais à concorrente, assim como atuou na condição de provedor dos recursos financeiros para o pagamento da vantagem indevida. As conversas interceptadas (…) confirmam que o montante de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) foi por ele autorizado e destinado ao pagamento da propina”, escreveu o juiz Nilson Lacerda, na sentença.

No total, o Ministério Público do Rio denunciou 17 pessoas neste processo da Operação Novo Egito, mas devido aos desmembramentos, nesta ação restaram apenas Glaidson e Daniel Aleixo como réu.

Num dos processos desmembrados, a Justiça do Rio condenou, em dezembro do ano passado, os policiais civis acusados de terem recebido propina de Glaidson.

Outro lado

A reportagem está tentando contato com a defesa dos citados.

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